
O Júri constituído para apreciar os trabalhos que se candidataram à 3ª Edição (2016) do Prémio Eduardo da Cunha Serrão decidiu por unanimidade atribuir o prémio a Rita Peyroteo Stjerna, autora do trabalho On Death in the Mesolithic, o qual foi considerado: “uma contribuição substancial e original para o conhecimento de dois dos mais importantes conjuntos de sítios pré-históricos do actual território português, os quais têm vindo a ser investigados há já mais de 150 anos, e de um período fundamental da História da Humanidade, o Mesolítico”.
Foi decidido, também por unanimidade, distinguir com uma menção honrosa Ricardo Jorge Costeira da Silva autor do trabalho, O Museu Nacional de Machado de Castro - um ensaio de arqueologia urbana em Coimbra: do fórum augustano ao paço episcopal de Afonso de Castelo Branco.

Integraram o Júri, conforme o regulamento do Prémio, três elementos da Direcção da AAP (Presidente, Vice-Presidente e Secretário, respectivamente José Morais Arnaud, Luís Raposo e Francisco Sande Lemos) e dois convidados, os Professores Doutores, José d'Encarnação e Vítor Oliveira Jorge, a quem se agradece o valioso contributo que prestaram.
Agradece-se, também, a todos os candidatos, revelando o conjunto dos trabalhos enviados o expressivo avanço dos conhecimentos na Arqueologia Portuguesa.
A data da entrega do Prémio será oportunamente anunciada.
O Presidente da AAP
José Morais Arnaud
A AAP é a mais antiga associação de defesa do património em Portugal e tutela o Museu Arqueológico do Carmo, o primeiro museu de Arte e Arqueologia do país