Prémio Eduardo da Cunha Serrão

Abertas as Candidaturas para a 4ª Edição do Prémio Eduardo da Cunha Serrão



A Direcção da Associação dos Arqueólogos Portugueses tem o prazer de divulgar os resultados do Prémio de Arqueologia Eduardo da Cunha Serrão de 2018, agradecendo publicamente a todos os concorrentes, bem como aos membros do Júri.

A cerimónia de entrega do Prémio e das Menções Honrosas será realizada no dia 28 de Abril, pelas 17.00, no Museu Arqueológico do Carmo - Lisboa.




ACTA DA REUNIÃO DO JÚRI DO PRÉMIO EDUARDO DA CUNHA SERRÃO, EDIÇÃO DE 2018



Aos 14 dias de Março de 2018, reuniu-se nas instalações da Associação dos Arqueólogos Portugueses (AAP), o júri do Prémio Eduardo da Cunha Serrão, constituído pelos seguintes elementos:

  • José Eduardo Morais Arnaud, que presidiu na sua qualidade de Presidente da Direcção;
  • José Manuel dos Santos Encarnação
  • Luís Filipe de Matos Raposo
  • Mariana Teodósia Lemos Castelo Branco Diniz
  • Vítor Manuel de Oliveira Jorge

Aberta a sessão, foi feita a análise de cada obra apresentada ao Prémio, de acordo com a seguinte metodologia:
1º - Cada elemento do júri apresentou aos restantes o resultado da sua avaliação crítica da ou das obras que lhe couberam analisar em primeira linha, conforme a distribuição realizada por comum acordo, em função das especialidades e interesses científicos de cada um;
2º - Comentários adicionais a cada obra feitos pelos restantes membros do júri, imediatamente a seguir à análise inicial realizada;
3º - Revisão e comentário aprofundado das obras mais bem posicionadas para a atribuição do Prémio e de eventuais menções honrosas, tendo em consideração os seguintes factores:

  1. Originalidade e amplitude temáticas;
  2. Qualidade da base documental e do respectivo suporte gráfico;
  3. Metodologia adoptada;
  4. Problematização histórica;
  5. Contribuição para o avanço dos conhecimentos no respectivo âmbito temático;

Feita a síntese da análise crítica anterior, o júri decidiu:
1º Manifestar o seu regozijo pela elevada qualidade geral dos trabalhos apresentados, sublinhando que os mesmos são o reflexo de uma fase muito auspiciosa na produção científica da Arqueologia Portuguesa;

2º Reconhecer que, sem prejuízo da valia das restantes nos termos indicados no ponto anterior, a obra “A ARTE PALEOLÍTICA AO AR LIVRE DA BACIA DO DOURO À MARGEM DIREITA DO TEJO: UMA VISÃO DE CONJUNTO.”, de André Tomás Pinto da Silva e Conceição Santos, é merecedora da atribuição do Prémio Eduardo da Cunha Serrão de 2018, pela importância excepcional da temática escolhida, pela forma exemplar como são apresentados os dados recolhidos pela equipa de investigadores do Parque Arqueológico do Côa ao longo dos últimos 20 anos, e pela contribuição substancial do autor para o estudo da mentalidade das comunidades que criaram estas manifestações artísticas.

3º Considerar que as seguintes três obras são merecedoras de especial destaque, pelo que lhes são atribuídas Menções Honrosas:

  • “Cervídeos: Símbolos e Sociedade nos primórdios da agricultura do Tejo”, de Sara Liliana Magalhães Barbosa Garcês;
  • “De Augusta Emerita a Olisipo por Ebora: uma leitura do território a partir da rede viária”, de Maria José de Melo Henriques de Almeida;
  • “No 3º milénio a.n.e., o sítio de São Pedro e as dinâmicas de povoamento no Alentejo Médio”, de Catarina Isabel dos Reis Costeira.

Todas as decisões do júri foram tomadas por unanimidade.

Tendo em conta, como foi indicado, a qualidade geral das obras apresentadas, mas também a sua repartição entre trabalhos académicos visando a obtenção do grau de Mestre e trabalhos académicos visando a obtenção do grau de Doutor, necessariamente de escopo diferenciado, com previsível, e neste caso verificado, prejuízo dos primeiros quando postos em confronto com os segundos, entende ainda e finalmente o júri propor à Direcção da Associação dos Arqueólogos Portugueses a consideração de eventual alteração ao regulamento do Prémio Eduardo da Cunha Serrão, de modo a que o mesmo passe a ser atribuído em duas categorias, mestrados e doutoramentos, salvaguardando assim melhor a natureza das obras em avaliação, ou que, em alternativa, seja criado um outro prémio, destinado a galardoar teses de mestrado.

Nada mais havendo a tratar, deu-se por encerrada a reunião, da qual se elaborou a presente acta, que vai assinada por todos os membros do júri.


Lisboa e Associação dos Arqueólogos Portugueses, em 14 de Março de 2018






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